O Muro
Posted: domingo, 7 de agosto de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: Algumas coisas inventadas, Escrever, Minimundo, Nova cara, Vida e outras coisasCasas, belas casas, casas sujas;
Casas expostas, casas com muros;
Muros altos, muros baixos, muros largos -
muros de todos os tipos e formas.
Criados para introspecção - talvez eu seja extrovertido
Tudo um monte de mentira - ou eu não tenho muros
Despreocupadamente
Posted: terça-feira, 7 de junho de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: Escrever, Preto e BrancoO homem sem âncora
Posted: segunda-feira, 23 de maio de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: Delírios, Escrever, O meu melhor, Preto e BrancoEu não sabia o que escolher,
o receio era grande,
o momento era longo para eu ancorar-me.
Num minuto, eu queria sair por aí
(e ser o mundo);
no outro, queria ficar em casa
(só observando você).
Eu sabia de muitas histórias,
que a boca teimava em narrar,
e a cabeça insistia em calar.
Pela manhã eu queria o mundo escuro dos sonhos,
à noite, eu queria o mundo inquieto da luz e palavras.
Eu me sentia confortável na legalidade,
mas ser um beat excitava-me
(embora não parecesse).
Eu desejo tudo isso nesse instante,
e quando você acordar amanhã,
já estarei desprezando tudo o que consegui.
Envolvido em muitas coisas - cansado até a alma,
e amanhã cheirando a preguiça e tédio com o andar da coisa.
Será que realmente existe um estado de equilíbrio disso tudo?
Tentando a todo instante parar em algum lugar,
respirar o ar do momento!
Minha cabeça, como sempre, em preto e branco.
Ao entrar, penso em sair;
quando saio, canso-me.
O mundo e outro mundo - o meu mundo!
Abraçar tudo com apenas 2 braços
Posted: domingo, 22 de maio de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: 2012, Carpe diem, Escrever, Minimundo, Nova cara, Receita da Utopia, SchollVontade sem motivo
Posted: sexta-feira, 22 de abril de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: EscreverAgulhas
Posted: sábado, 16 de abril de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: Debilitado, Delírios, Escrever, VômitosOntem do nada me apareceu uma febre e uma dor de garganta dos infernos, e estou com ela até agora. Sendo assim, tinha que tirar algum proveito desse meu estado debilitado. Então, apresento-lhes esse mais novo poema:
Minimundo
Posted: quarta-feira, 9 de março de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: Delírios, Escrever, Minimundo, O meu melhor, O som do escambo, Receita da UtopiaMinimundo. Etimologicamente: um mundo numa versão menor. De acordo com a teoria de sistemas de informação, uma coletânea de dados no computador que representam implicitamente o mundo real. E minha definição, não conta? No mundo real não conta. É que minha definição de minimundo só existe no MEU minimundo. Uma coisa criada para si mesma. A minha definição não está "aqui" para atender anseios da ciência, apenas os meus, apenas tentar explicar ao mundo que mundo é esse em que vivo - mesmo que da forma mais abstrata possível.
O mundo lá fora? Ele existe sim, meu corpo está nele. A todo instante, aliás. Felizmente, existe algo que permite que meu corpo permaneça nesse mundo. Apenas meu corpo. E minha mente habite em meu minimundo. Sem que ambos se separem. Sem que eu tenha que receber a visita daquela senhora vestindo a última moda do coturno. Gosto desse possibilidade; e enquanto não receber essa visita, não abro mão de investigar as rapsódias desse mundo estranho e minimalista.
Se é assim que os outros desejam considerar, que eu seja egoísta. Porque eu não tenho mais saco para antender as expectativas do mundo. Já é difícil atender minhas criações, imagine a dos outros! Seria totalmente desgastante. Mas reconheço que há pessoas que merecem. O difícil é definir as pessoas dignas desse merecimento. Quais quesitos avaliar em cada. Poderia começar por aqueles que entendem O PORQUÊ do meu minimundo - só o porquê, porque exigir conhecê-lo é covardia. Seria ótimo não? Mas, se eu tô no meu minimundo, e não no mundo lá fora, que vai entender? E quem vai buscar, hein? Está tudo em jogo. Os livros, os sites, o que for. Está tudo lá. Só não vou dizer a página; quem quiser que vá atrás. E pra completar: esse 'livro' não vem com sumário, ou índice remissivo; então o indivíduo vai ter que ler o livro todinho pra tentar compreender e saber onde está o minimundo. Essas são as minhs regras. Nem se você as cumprir, você vai ter acesso total a esse meu espaço. Nem eu consigo/me atrevo a observar todo ele, imagine você, intruso.
O irritante é quando eu quero ir pro meu minimundo, e fica alguém me cercando no mundo lá fora. Aí entrar em lá de vez não dá, podem invadir meu minimundo, e isso é proibido.
É assim que as coisas (me) são.
P.S.: No meu minimundo não existe voz, apenas as palavras escritas. Voz é para o mundo lá fora.
A importância do ato de escrever
Posted: segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011 by Luis Tertulino in Loucuras usadas: Conhecimento, Delírios, Escrever, O meu melhor, Sistema SensorialDe fato. Todos esses escreveram suas teorias e descobertas, seja em qual campo do conhecimento for. Isso me lembrou de uma ideia que já tenho há algum tempo: escrever meus pensamentos, minhas ideias, qualquer coisa que vier à cabeça. Sem precisar pensar muito, é possível perceber que esse blog tem justamente essa função: escrever o que se passa em minha cabeça - ou melhor, em parte dela, porque nem tudo vem pra cá! Eu tenho uns cadernos que também recebem meus pensamentos, a diferença entre eles e esse blog é aqui escrevo o que eu acho que pode ser colocado pro mundo, pode ser exposto.
Mas, afinal de contas, pra que escrever as coisas? Simples (ou não): não podemos deixar as palavras se perderam ao vento, quando faladas; ou nos confins do cérebro, quando pensada. Cada pensamento é uma preciosidade, mesmo que só pra você. Já imaginou se os grandes escritores, filósofos, cientistas, matemáticos, não registrassem seus achados, confiassem estupidamente na memória de um ser humano? Pense só como seria (só de imaginar já me dá uma angústia, perder todo esse conhecimento construído).Ou até mesmo que você nunca mais torne a ver suas anotações, é extremamente reconfortante, ou melhor, LIBERTADOR escrever o que lhe veio à cabeça. Já percebeu como é muito desconfortável você pensar em algo e ficar com isso na cabeça, torcendo para não esquecer? Ou deixar aquilo preso? É horrível, angustiante, e e alguns casos, desesperador.
Bom, depois disso, fica a "dica", pra quem quiser. Fica o que eu penso sobre escrever. E fica uma indagação nova:
Escrita, a salvação da física, química e outras dezenas de ciências?